quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Praça Benjamin Guimarães...

...mais conhecida como Praça ABC por causa de uma padaria que possue esse nome, existente na praça desde 1959. Esta praça, que fica no encontro das avenidas Afonso Pena e Getúlio Vargas, não me pareceu muito com uma praça, mas sim pequenos espaços nas 4 esquinas do cruzamento das avenidas, e por isso não tem o clima de praça. Existem alguns banquinhos perto da loja Rei dos Brinquedos, mas não vi muitas pessoas sentadas lá. E como a própria padaria ABC não funciona mais como antigamente, correndo o risco até de ser fechada, durante o dia esse espaço se tornou apenas um lugar para passagem de pessoas, poucas delas sentando ali para descansar.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Exposição Seu Sami de Hilal Sami Hilal



O primeiro lugar que visitei foi onde estava a Sala do Amor e a Sala da Dor, e entre elas uma "zona fantasmal da escuridão". A primeira reação que tive quando vi a escuridão, foi de não querer entrar. Quando o segurança me indicou o caminho, brinquei com ele e perguntei se ele não estava me mandando em direção a uma parede. Entrei com passos receosos, mas aos poucos fui me acostumando, principalmente quando vi as luzes dos extremos da sala. Mas a sensação de entrar e andar sem ter noção de onde está indo e o que tem no seu caminho é muito estranha. Quase tão estranha como a de se deparar com a sua própria imagem, na "luz no fim do túnel". Os espelhos nas duas pontas da sala dão uma impressão de infinidade do espaço. A princípio, nem reparei na extremidade oposta da sala, achando que era só um reflexo do lado onde eu estava, parece besteira, mas lá dentro tudo fica meio confuso. Perto dos espelhos estavam "teias" feitas de papel, que projetavam uma sombra que lembravam arame farpado. E, dependendo do ângulo que se observa essas teias, pode se enxergar rostos feitos do papel e das sombras. Essa, assim como as outras obras de Hilal, são impressionantes começando pelo material de que são feitas, como papel, fio de algodão, cobre e alumínio. Na outra galeria as obras se organizam como uma biblioteca, onde encontramos livros de todos esses materiais citados acima, com nomes como João e Maria escritos, ou melhor dizendo, esculpidos e com imagens pintadas. Na segunda sala desta galeria, me deparei com um enorme labirinto de livros interligados. É uma imagem incrível. E além disso, um jogo de luzes nos dá a impressão de que cada livro tem um degradê de cores nas páginas. Achei essa exposição realmente interessante!

sábado, 6 de setembro de 2008

Um pouco sobre Maximiliano Fuksas

Maximiliano Fuksas é arquiteto formado pela Universidade La Sapienza, em Roma, onde nasceu em 1944. É professor da Akademie der Bildenden Kusten, de Viena, e consultor das comissões urbanas de Berlim e Salzburgo. Fuksas é autor de obras de vulto, como os complexos esportivos de Anagni e Paliano, o cemitério de Acuto, a Prefeitura de Cassino, na Itália, e a entrada da Caverna de Niaux, na França.
"Sua arquitetura realiza-se fora da própria arquitetura, em uma construção dinâmica do olhar. Suas obras não são os volumes monolíticos, mas a tensão entre os volumes - seu interstício. Tampouco nuvens, tornados e vulcões de vidro,mas o reflexo do entorno. Antes de arquiteto, Fuksas é pintor de paisagens sobre transparências, vazios e transições. E connaiseur da psicologia futebolística."
Fuksas se ocupa sobretudo com os problemas urbanos nas grandes áreas metropolitanas, e concentra suas práticas profissionais principalmente na realização de obras públicas. Nas suas realizações, Fuksas sempre tenta criar um nexo entre a construção e o contexto em que se encontra. Seu jeito de projetar envolve uma série de modelos bidimensionais transferidos para modelos tridimensionais até serem realizados.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Museu de Arte da Pampulha

Hoje fomos ao MAP, e a atividade que deveriamos fazer era observar 5 detalhes que nos chamassem a atenção. Abaixo estão aqueles que eu escolhi.

Hoje aprendi que isso é chamado "pele de vidro", e achei uma técnica muito interessante

O que gostei nesse chão é o fato de a iluminação ser natural

Apesar de não ter sido projetado por Niemeyer, esse banco está em harmonia com as formas presentes na estrutura do museus, nos jardins...

Os jardins estão sendo reformados, e seus formatos retratam o formato da lagoa da Pampulha
Estes adesivos do vidro fazem parte da exposicão, e são como os azulejos da parece externa do Museu.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

Reforma da Sala de Plástica

A bagunça....



O resultado...

A reação...

Panorama Maximiliano Fuksas

Para conhecer mais obras de Maximiliano Fuksas acesse: http://www.fuksas.it/

segunda-feira, 1 de setembro de 2008